Tratamento revolucionário consegue regenerar os tecidos do olho.
As células-tronco são a grande esperança da medicina - sua capacidade de regenerar qualquer tecido do corpo promete curas incríveis. E elas acabam de operar seu
primeiro milagre: fazer os cegos voltar a ver. Cientistas australianos desenvolveram uma lente de contato especial, que é revestida de células-tronco e consegue
recuperar a visão de pessoas com problemas na córnea (a camada mais externa do olho). Alguns dias depois que a lente é colocada, as células-tronco começam a migrar
para o olho, onde substituem as células da córnea e fazem a pessoa recuperar a visão. O procedimento foi testado em 3 pacientes cegos, que estavam na fila para receber
transplantes de córnea. E os resultados foram incríveis. Dois dos pacientes se tornaram capazes de ler, e o terceiro pôde até voltar a dirigir. Como as células-tronco
são retiradas do olho do próprio paciente, não há risco de rejeição - 18 meses após o tratamento, nenhum dos 3 cegos teve qualquer complicação. "Nós ainda estamos
em fase de testes, mas o procedimento é bem simples e logo poderá ser usado em qualquer hospital", afirma o criador da técnica, o oftalmologista Nick di Girolamo,
da Universidade de New South Wales.
Texto de Gisela Blanco
Ver para crer
Como a lente faz um cego voltar a enxergar.
1 - A Operação:
Num procedimento cirúrgico, é retirado um pedaço de 1 mm do limbo corneal ou da conjuntiva, regiões ricas em células-tronco. O paciente vai embora para casa no
mesmo dia.
2 - A Cultura:
As células-tronco são colocadas na lente de contato, que é mergulhada numa solução rica em nutrientes e fica 10 dias numa incubadora, para que as células se multipliquem.
3 - A Lente:
O paciente coloca a lente (cujo tamanho e textura são idênticos aos de uma lente comum). As células-tronco começam a se fundir com a córnea, substituindo as células
danificadas.
4 - O Resultado:
Após duas semanas, todas as células-tronco já passaram para o olho e o paciente pode tirar a lente. A visão continua a melhorar (a recuperação total leva 3 meses).
Matéria publicada na Super Interessante
Edição 268 - Ref. Ago/2009 - Página 30
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Feijoada do AVA
O AVA (Anjos da Visão em Ação) oferece uma oportunidade emocionante.
Você será vendado, guiado e servido por cegos num almoço inesquecível!
Data 15/08 das 12h às 15h
Local: Bar do Seu Tomé
End.: Av. Salvador Allende, 6700
Shopping Bandeirantes – Recreio
Entrada R$ 10,00
Feijoada Grátis (Bebida a parte)
Adquira já o seu convite
Acesse o Blog: www.anjosdavisão.blogspot.com
Tel: (21) 2498.9730 / 7833.3395 / 8744.3326
Você será vendado, guiado e servido por cegos num almoço inesquecível!
Data 15/08 das 12h às 15h
Local: Bar do Seu Tomé
End.: Av. Salvador Allende, 6700
Shopping Bandeirantes – Recreio
Entrada R$ 10,00
Feijoada Grátis (Bebida a parte)
Adquira já o seu convite
Acesse o Blog: www.anjosdavisão.blogspot.com
Tel: (21) 2498.9730 / 7833.3395 / 8744.3326
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Médico de MG cria sensor que pode substituir o uso de bengalas
O oftalmologista Leonardo Gontijo, professor da Faculdade de Medicina da
Santa Casa de Belo Horizonte (MG), desenvolveu alguns sensores que poderão
ajudar os cegos a se locomoverem sozinhos, sem a ajuda da bengala.
O aparelho, que está sendo patenteado no Inpi (Instituto Nacional de
Propriedade Industrial) e ainda não tem um nome comercial definido, será
apresentado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia, no final do mês de
agosto.
Segundo Gontijo, a ideia de criar os sensores surgiu depois que ele atendeu
um paciente adulto que perdeu a visão por causa das complicações do
diabetes. "Ele entrou no meu consultório escorado pelos filhos e não tinha
nenhuma afinidade com a bengala. Era totalmente inseguro para andar", diz.
Por causa dessa experiência, Gontijo decidiu desenvolver os sensores com a
ajuda de um eletrotécnico. Os aparelhos são presos em três pontos do corpo:
nos joelhos, na cintura e na altura do peito.
Quando houver objetos a pelo menos 1,5 metros de distância do deficiente, os
sensores vibram e a intensidade aumenta com a aproximação. A distância em
relação aos objetos pode ser regulada.
"Antes de usar os sensores em pacientes, fiz o teste sozinho. Vesti os
sensores, espalhei várias mesas e cadeiras num salão de festas, apaguei as
luzes e tentei caminhar. Em nenhum momento eu trombei nos objetos."
Gontijo diz que o sensor poderá ser usado por todos os deficientes visuais,
mas acredita que aqueles que ficaram cegos depois de velhos aceitarão melhor
o equipamento.
"O cego de nascença desenvolve outras habilidades e se dá muito bem com a
bengala. Já aquela pessoa que fica cega na maturidade tem mais dificuldades
para se adaptar", avalia o oftalmologista.
Por enquanto, não há aparelhos disponíveis para venda, pois o equipamento
está em fase de patente. Ainda não há estimativa de preço nem de prazo para
o lançamento.
- Preço alto - Deficiente visual desde que nasceu, Sandra Maria de Sá Brito
Maciel, 63, vice-presidente da Adeva (Associação de Deficientes Visuais e
Amigos), diz que novas tecnologias para auxiliar os cegos são importantes,
mas acha muito difícil que os sensores consigam substituir as bengalas.
"O uso da bengala como meio de locomoção para o cego é consagrado em todo o
mundo. Além disso, por R$ 50 você compra uma boa bengala e ela vai durar
muito tempo. Um sensor desse tipo requer muita tecnologia e, provavelmente,
poderá ser comprado apenas pelos cegos que têm condições financeiras",
avalia.
Sandra discorda que os cegos adquiridos têm mais dificuldades para se
adaptar ao uso da bengala. "O cego adquirido já sabe como são os ambientes e
consegue se adaptar à bengala com pouco treino."
Fonte: Folha de São Paulo
Santa Casa de Belo Horizonte (MG), desenvolveu alguns sensores que poderão
ajudar os cegos a se locomoverem sozinhos, sem a ajuda da bengala.
O aparelho, que está sendo patenteado no Inpi (Instituto Nacional de
Propriedade Industrial) e ainda não tem um nome comercial definido, será
apresentado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia, no final do mês de
agosto.
Segundo Gontijo, a ideia de criar os sensores surgiu depois que ele atendeu
um paciente adulto que perdeu a visão por causa das complicações do
diabetes. "Ele entrou no meu consultório escorado pelos filhos e não tinha
nenhuma afinidade com a bengala. Era totalmente inseguro para andar", diz.
Por causa dessa experiência, Gontijo decidiu desenvolver os sensores com a
ajuda de um eletrotécnico. Os aparelhos são presos em três pontos do corpo:
nos joelhos, na cintura e na altura do peito.
Quando houver objetos a pelo menos 1,5 metros de distância do deficiente, os
sensores vibram e a intensidade aumenta com a aproximação. A distância em
relação aos objetos pode ser regulada.
"Antes de usar os sensores em pacientes, fiz o teste sozinho. Vesti os
sensores, espalhei várias mesas e cadeiras num salão de festas, apaguei as
luzes e tentei caminhar. Em nenhum momento eu trombei nos objetos."
Gontijo diz que o sensor poderá ser usado por todos os deficientes visuais,
mas acredita que aqueles que ficaram cegos depois de velhos aceitarão melhor
o equipamento.
"O cego de nascença desenvolve outras habilidades e se dá muito bem com a
bengala. Já aquela pessoa que fica cega na maturidade tem mais dificuldades
para se adaptar", avalia o oftalmologista.
Por enquanto, não há aparelhos disponíveis para venda, pois o equipamento
está em fase de patente. Ainda não há estimativa de preço nem de prazo para
o lançamento.
- Preço alto - Deficiente visual desde que nasceu, Sandra Maria de Sá Brito
Maciel, 63, vice-presidente da Adeva (Associação de Deficientes Visuais e
Amigos), diz que novas tecnologias para auxiliar os cegos são importantes,
mas acha muito difícil que os sensores consigam substituir as bengalas.
"O uso da bengala como meio de locomoção para o cego é consagrado em todo o
mundo. Além disso, por R$ 50 você compra uma boa bengala e ela vai durar
muito tempo. Um sensor desse tipo requer muita tecnologia e, provavelmente,
poderá ser comprado apenas pelos cegos que têm condições financeiras",
avalia.
Sandra discorda que os cegos adquiridos têm mais dificuldades para se
adaptar ao uso da bengala. "O cego adquirido já sabe como são os ambientes e
consegue se adaptar à bengala com pouco treino."
Fonte: Folha de São Paulo
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
A cidade do Rio de Janeiro será sede do VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil
O Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro (CVI-Rio), em parceria com o Centro de Vida Independente de Maringá (CVI-MGA) realizarão de 26 a 28 de agosto o
VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais, no Centro Integrado de Atenção à Pessoa
Portadora de Deficiência (CIAD-Mestre Candeias), à Av. Presidente Vargas, 1.997 - Cidade Nova, Rio de Janeiro.
A realização do evento conta com o patrocínio da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), além do apoio da Secretaria
Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.
O encontro pretende mobilizar, fortalecer e ampliar a representatividade do Movimento de Vida Independente em defesa dos direitos das pessoas com deficiência, analisando
as ações atuais e seu papel indutor das transformações sociais em direção a uma sociedade inclusiva, e estabelecendo projeções futuras para a perspectiva de ampliação
do movimento, com a formação de novas lideranças, com o sentido de fortalecer os princípios de inclusão e direitos humanos.
Mais informações sobre o evento poderão ser obtidas pela C&M Congresses and Meetings, através do telefone (21) 2539-1214, ou pelo e-mail cm@cmeventos.com.br, com
a Sra. Constança Carvalho.
VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais, no Centro Integrado de Atenção à Pessoa
Portadora de Deficiência (CIAD-Mestre Candeias), à Av. Presidente Vargas, 1.997 - Cidade Nova, Rio de Janeiro.
A realização do evento conta com o patrocínio da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), além do apoio da Secretaria
Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.
O encontro pretende mobilizar, fortalecer e ampliar a representatividade do Movimento de Vida Independente em defesa dos direitos das pessoas com deficiência, analisando
as ações atuais e seu papel indutor das transformações sociais em direção a uma sociedade inclusiva, e estabelecendo projeções futuras para a perspectiva de ampliação
do movimento, com a formação de novas lideranças, com o sentido de fortalecer os princípios de inclusão e direitos humanos.
Mais informações sobre o evento poderão ser obtidas pela C&M Congresses and Meetings, através do telefone (21) 2539-1214, ou pelo e-mail cm@cmeventos.com.br, com
a Sra. Constança Carvalho.
II Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro
O Instituto Muito Especial e o Ministério da Ciência e Tecnologia convidam para o 2° Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e inclusão social das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro.
Acesse, interaja e inove. Participe e descubra um mundo sem barreiras.
O II Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e inclusão social das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro será realizado no Centro de Convenções SulAmérica – 2ª pavimento do Espaço Grand Balroom – Av. Paulo de Frontin, 1 (esquina com a Av. Presidente Vargas – próximo a estação de metrô Estácio)
Data: 24 a 27 de agosto
Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ
1° dia - 24 de agosto de 2009 – segunda-feira
12:00 – Abertura da Secretaria para Credenciamento
19:30 – Cerimônia de Abertura
20:30 – Coquetel de Boas Vindas
2° dia - 25 de agosto de 2009 – terça-feira
08:30 – Welcome Coffee
09:00 – Mesa: Softwares Assistivos
Antonio Borges (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Madson Menezes (Inove Informática )
Claudinei Martins (CPqD)
Debate
12:00 – Almoço Livre
14:00 – Apresentação de Painéis:
Softwares Assistivos Inovação na Produção Acadêmica
16:00 – Coffee Break
16:20 – Mesa: A Tecnologia na Reabilitação Psicomotora
Dr. Mário de Carvalho (Otto Bock)
Dra. Claudia Vianna
Debate
18:00 – Encerramento
3° dia – 26 de agosto de 2009 – quarta-feira
08:30 - Mesa: Experiências Profissionais de Sucesso
Dóris Mello (Hospital Quinta D’or)
Marcela Cesário (Embratel)
Debate
10:30 – Coffee-Break
10:50 – Mesa: Acessibilidade Urbana – Transporte
Olga Mara Prestes (Urbanização de Curitiba)
Debate
12:30 - Almoço Livre
14:00 – Apresentação dos Painéis:
Inclusão Profissional – Qualificação e Oportunidade
16:00 - Coffee Break
16:20 – Mesa: Ambiente Profissional Inclusivo
Romeu Kazumi
Debate
18:00 – Encerramento
4° dia – 27 de agosto de 2009 – quinta-feira
08:30 - Apresentação de Painéis:
Tecnologia Assitiva
10:30 – Coffee Break
10:50 – Mesa: A Tecnologia Assistiva e os Recursos Bancários
Maria Cristina Carvalho (Banco Real)
Debate
Oficina de Vivências com Marlene Morgado
12:30 – Almoço livre
14:00 – Mesa: A Tecnologia e a Educação Inclusiva
Franclin Costa (Ministério da Educação e Cultura)
Regina Célia Caropreso (Instituto Benjamin Constant)
Debate
Oficina de Inovação com Círia Gonzaga
16:00 – Coffee Break
16:20 – Apresentação de Painéis:
Educação Inclusiva
Oficina de Reabilitação com professores da UNISUAM
18:20 – Breve análise dos trabalhos
18:30 – Encerramento do Congresso
Acesse, interaja e inove. Participe e descubra um mundo sem barreiras.
O II Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e inclusão social das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro será realizado no Centro de Convenções SulAmérica – 2ª pavimento do Espaço Grand Balroom – Av. Paulo de Frontin, 1 (esquina com a Av. Presidente Vargas – próximo a estação de metrô Estácio)
Data: 24 a 27 de agosto
Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ
1° dia - 24 de agosto de 2009 – segunda-feira
12:00 – Abertura da Secretaria para Credenciamento
19:30 – Cerimônia de Abertura
20:30 – Coquetel de Boas Vindas
2° dia - 25 de agosto de 2009 – terça-feira
08:30 – Welcome Coffee
09:00 – Mesa: Softwares Assistivos
Antonio Borges (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Madson Menezes (Inove Informática )
Claudinei Martins (CPqD)
Debate
12:00 – Almoço Livre
14:00 – Apresentação de Painéis:
Softwares Assistivos Inovação na Produção Acadêmica
16:00 – Coffee Break
16:20 – Mesa: A Tecnologia na Reabilitação Psicomotora
Dr. Mário de Carvalho (Otto Bock)
Dra. Claudia Vianna
Debate
18:00 – Encerramento
3° dia – 26 de agosto de 2009 – quarta-feira
08:30 - Mesa: Experiências Profissionais de Sucesso
Dóris Mello (Hospital Quinta D’or)
Marcela Cesário (Embratel)
Debate
10:30 – Coffee-Break
10:50 – Mesa: Acessibilidade Urbana – Transporte
Olga Mara Prestes (Urbanização de Curitiba)
Debate
12:30 - Almoço Livre
14:00 – Apresentação dos Painéis:
Inclusão Profissional – Qualificação e Oportunidade
16:00 - Coffee Break
16:20 – Mesa: Ambiente Profissional Inclusivo
Romeu Kazumi
Debate
18:00 – Encerramento
4° dia – 27 de agosto de 2009 – quinta-feira
08:30 - Apresentação de Painéis:
Tecnologia Assitiva
10:30 – Coffee Break
10:50 – Mesa: A Tecnologia Assistiva e os Recursos Bancários
Maria Cristina Carvalho (Banco Real)
Debate
Oficina de Vivências com Marlene Morgado
12:30 – Almoço livre
14:00 – Mesa: A Tecnologia e a Educação Inclusiva
Franclin Costa (Ministério da Educação e Cultura)
Regina Célia Caropreso (Instituto Benjamin Constant)
Debate
Oficina de Inovação com Círia Gonzaga
16:00 – Coffee Break
16:20 – Apresentação de Painéis:
Educação Inclusiva
Oficina de Reabilitação com professores da UNISUAM
18:20 – Breve análise dos trabalhos
18:30 – Encerramento do Congresso
A Lente de Contato que cura a Cegueira.
As células-tronco são a grande esperança da medicina - sua capacidade de regenerar qualquer tecido do corpo promete curas incríveis. E elas acabam de operar seu primeiro milagre: fazer os cegos voltarem a ver.
Cientistas australianos desenvolveram uma lente de contato especial, que é revestida de células-tronco e consegue recuperar a visão de pessoas com problemas na córnea (a camada mais externa do olho). Alguns dias depois que a lente é colocada, as células-tronco começam a migrar para o olho, onde substituem as células da córnea e fazem a pessoa recuperar a visão. O procedimento foi testado em 3 pacientes cegos, que estavam na fila para receber transplantes na córnea. E os resultados foram incríveis. Dois dos pacientes se tornaram capazes de ler, e o terceiro pôde até voltar a dirigir. Como as células-tronco são retiradas do olho do próprio paciente, não há risco de rejeição - 18 meses após o tratamento nenhum dos 3 cegos teve qualquer complicação.
"Nós ainda estamos em fase de testes, mas o procedimento é bem simples e logo poderá ser usado em qualquer hospital", afirma o criador da técnica, o oftalmologista Nick di Girolamo, da Universidade de New South Wales.
Cientistas australianos desenvolveram uma lente de contato especial, que é revestida de células-tronco e consegue recuperar a visão de pessoas com problemas na córnea (a camada mais externa do olho). Alguns dias depois que a lente é colocada, as células-tronco começam a migrar para o olho, onde substituem as células da córnea e fazem a pessoa recuperar a visão. O procedimento foi testado em 3 pacientes cegos, que estavam na fila para receber transplantes na córnea. E os resultados foram incríveis. Dois dos pacientes se tornaram capazes de ler, e o terceiro pôde até voltar a dirigir. Como as células-tronco são retiradas do olho do próprio paciente, não há risco de rejeição - 18 meses após o tratamento nenhum dos 3 cegos teve qualquer complicação.
"Nós ainda estamos em fase de testes, mas o procedimento é bem simples e logo poderá ser usado em qualquer hospital", afirma o criador da técnica, o oftalmologista Nick di Girolamo, da Universidade de New South Wales.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Software Musibraille
Programa que transcreve partituras musicais será lançado nesta quarta-feira, dia 8, em Brasília
O Software Musibraille - uma iniciativa que amplia as possibilidades para
deficientes visuais terem acesso ao estudo da música e capacita
profissionais que desenvolvem ações nessa área - será lançado nesta quarta-feira, 8 de julho, às 10h, na Biblioteca Nacional, em Brasília.
Primeiro programa para computador em língua portuguesa que faz a
transcrição de partituras para a Linguagem Braille, foi desenvolvido com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Petrobras. A cerimônia de apresentação e disponibilização para o público contará com a
presença do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do
Ministério da Cultura, Américo Córdula.
O projeto foi criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília (EMB), Dolores Tomé, e pelo professor Antônio Borges, do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para divulgar o Software Musibraille serão realizadas oficinas de
capacitação em cinco capitais brasileiras, sendo uma de cada região geográfica do país. O treinamento começa em Brasília, de 8 a 10 de julho, e segue para Recife, de 4 a 7 de agosto, Belém, de 2 a 5 de setembro, Rio de Janeiro, de 6 a 9 de outubro, e termina em Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro.
Durante os encontros, também serão distribuídos o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em Linguagem Braille para o professor
aplicar ao aluno deficiente ou vice-versa. O programa ainda será
disponibilizado, gratuitamente, por meio da página eletrônica
intervox.nce.ufrj.br/musibraille, na qual professores, alunos portadores da deficiência e o público em geral poderão fazer o download.
Leia mais.
Site:
http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/identidade-e-diversidade/
Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/
O Software Musibraille - uma iniciativa que amplia as possibilidades para
deficientes visuais terem acesso ao estudo da música e capacita
profissionais que desenvolvem ações nessa área - será lançado nesta quarta-feira, 8 de julho, às 10h, na Biblioteca Nacional, em Brasília.
Primeiro programa para computador em língua portuguesa que faz a
transcrição de partituras para a Linguagem Braille, foi desenvolvido com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Petrobras. A cerimônia de apresentação e disponibilização para o público contará com a
presença do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do
Ministério da Cultura, Américo Córdula.
O projeto foi criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília (EMB), Dolores Tomé, e pelo professor Antônio Borges, do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para divulgar o Software Musibraille serão realizadas oficinas de
capacitação em cinco capitais brasileiras, sendo uma de cada região geográfica do país. O treinamento começa em Brasília, de 8 a 10 de julho, e segue para Recife, de 4 a 7 de agosto, Belém, de 2 a 5 de setembro, Rio de Janeiro, de 6 a 9 de outubro, e termina em Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro.
Durante os encontros, também serão distribuídos o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em Linguagem Braille para o professor
aplicar ao aluno deficiente ou vice-versa. O programa ainda será
disponibilizado, gratuitamente, por meio da página eletrônica
intervox.nce.ufrj.br/musibraille, na qual professores, alunos portadores da deficiência e o público em geral poderão fazer o download.
Leia mais.
Site:
http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/identidade-e-diversidade/
Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/
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